Banda B: Janaína Braga explica como o trabalhador deve agir em caso de Burnout

A exaustão frequente no trabalho pode ser considerada como parte da rotina? A resposta é não. Em muitos casos, é um sinal de alerta para algo mais sério.

Alguns sintomas são falta de energia constante, distanciamento das atividades e a sensação de que nada do que você faz tem resultado. Isso tudo pode indicar a Síndrome de Burnout, conhecida como esgotamento profissional.

Atualmente, o Burnout é reconhecido como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde. No Brasil, cerca de 30% da população pode enfrentar esse quadro, colocando o país entre os que concentram mais ocorrências no mundo. Um ponto que chama a atenção é que os sintomas estão diretamente ligados ao ambiente profissional.

Mas como isso se reflete nos direitos?

De acordo com a advogada Janaína Braga, do Ecossistema Declatra, em entrevista ao portal Banda B, o diagnóstico por si só não garante o afastamento imediato. É preciso comprovar a incapacidade laboral e demonstrar a relação entre a condição e a atividade exercida.

Sendo assim, o Burnout pode ser equiparado a um acidente de trabalho, sendo necessária a emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).

A partir disso, podem surgir direitos como:
* Afastamento com autorização do INSS
* Benefício por incapacidade temporária
* Aposentadoria por incapacidade permanente, em casos mais severos

Após o retorno às atividades, há garantia de estabilidade por 12 meses, impedindo a dispensa sem justa causa nesse período.

Durante o afastamento, o empregador deve continuar realizando o recolhimento do FGTS. Também é possível buscar indenização por danos morais e materiais, desde que haja comprovação do vínculo.

Em determinadas situações, se não for viável retomar a função anterior, o INSS abre as portas para encaminhar o profissional para reabilitação. Ele(a) tem a chance de exercer outra atividade compatível com sua condição.

Confira a íntegra da entrevista no site da Banda B.

 

Bom Dia Paraná: Nasser Allan explica a regra da licença-maternidade em casos de bebês prematuros

Quando um bebê nasce prematuro, a família inteira entra em um período de muita apreensão. A mãe ainda está em recuperação após o parto, enquanto o recém-nascido pode precisar permanecer internado na UTI neonatal, sob cuidados médicos intensivos.

Nesse momento, além da preocupação com a saúde da criança, os pais também passam a se perguntar: a licença-maternidade já começa a contar mesmo com o filho ainda no hospital?

Em entrevista ao programa Bom Dia Paraná, o advogado Nasser Allan explicou que hoje existe uma regra que traz mais proteção para as famílias.

“Quando houver um período de internação superior a duas semanas, tanto do bebê ou da mãe, por motivo relacionado ao parto, a licença-maternidade passa a contar somente após a alta hospitalar”, explicou.

Ele ainda ressaltou que a medida não carece de nenhuma ação judicial, basta o atestado médico e o encaminhamento pela empresa ao INSS para que o benefício seja concedido. Se a mãe for segurada da Previdência Social, seja no regime celetista ou em outra forma de contribuição, ela tem direito.

A medida busca garantir que esse tempo seja realmente vivido em família, permitindo o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê e contribuindo para o desenvolvimento saudável da criança, além de trazer mais segurança emocional para a mulher.

Assista à entrevista no Globoplay: https://globoplay.globo.com/v/14404871

 

Rede Notícia: Kleber Carvalho aborda o debate sobre o fim da escala 6 x 1

Discutir a forma como o tempo de trabalho é distribuído é uma questão de respeito e justiça. No Brasil, cresce o debate sobre o fim da escala 6×1 e a busca por jornadas mais equilibradas, que garantam estabilidade financeira e melhores condições de trabalho. Algo já comprovado em diversos países.

Diante desse contexto, especialistas, representantes sindicais e parlamentares passaram a analisar com mais atenção os efeitos dessa proposta, que pode alterar regras em vigor há décadas.

Entre as principais preocupações estão a adaptação do mercado e os reflexos econômicos da medida.

Em entrevista ao programa Rede Notícia, o advogado Kleber Carvalho contextualizou a origem desse debate.

“Desde 1943, a legislação brasileira estabelece limites para a jornada de trabalho, reforçados pela Constituição de 1988, que fixou o teto de 44 horas semanais. Recentemente, o movimento Vida Além do Trabalho impulsionou o debate sobre a redução dessa carga, com a proposta de chegar a 40 horas, podendo avançar para 36″, explicou.

A iniciativa, liderada pela deputada federal Erika Hilton, levou o debate ao Congresso e ajuda a compreender a ampla mobilização em torno do tema.

O advogado ainda ressalta que a mudança exige alteração na Constituição, análise pela Comissão de Constituição e Justiça e aprovação em votações qualificadas.

“Desde 1943, muitas décadas se passaram, e, em 2026, o impacto de uma reformulação desse porte é significativo”, comentou.

Durante a conversa, também foram discutidos os reflexos econômicos, a preocupação com possíveis demissões, os impactos na produtividade, na saúde dos(as) trabalhadores(as) e a importância da mobilização sindical para a construção desse processo.

Assista à participação completa:

Se tiver dúvidas sobre o tema, envie uma mensagem no direct!

O Tempo: Isabela Monteira explica se o carnaval é feriado para todo mundo

Com a chegada do Carnaval, muitos(as) trabalhadores(as) começam a planejar a folga. Em 2026, a festa acontece de 16 a 18 de fevereiro. Mas a dúvida é recorrente: esses dias são, de fato, feriados?

Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional. A folga depende de leis estaduais, municipais ou de acordos coletivos.

Segundo a advogada trabalhista Isabella Melissa Monteiro, do MP&C Advocacia, em entrevista ao jornal “O tempo”, apenas a existência de legislação específica autoriza a criação de feriados próprios.

Em Belo Horizonte, a terça-feira de Carnaval (17/2) é feriado municipal. Quem trabalha pela CLT não é obrigado(a) a atuar e, se convocado(a), tem direito a pagamento em dobro ou folga compensatória.

Já a segunda-feira (16) e a quarta-Feira de Cinzas (18) são dias úteis. Nessas datas, a dispensa depende da política interna das empresas, sem imposição legal.

A advogada explica que as convenções coletivas também podem definir regras específicas.

“É comum que normas coletivas transformem a terça-feira de Carnaval em feriado, garantam folga obrigatória, prevejam adicionais superiores ao pagamento em dobro ou estabeleçam regras próprias de compensação”, afirma.

O(a) trabalhador(a) pode verificar se sua categoria possui regras específicas no site do sindicato, em contato direto com a entidade, solicitando a norma coletiva ao RH da empresa ou consultando os sistemas oficiais do Ministério do Trabalho.

Quando não há feriado local nem acordo sindical, o(a) contratante(a) pode exigir jornada normal.

▪️Faltas injustificadas podem gerar descontos no salário
▪️Trabalho em feriado deve ser compensado com folga ou pagamento de 100%
▪️Para profissionais PJ, valem as regras do contrato
▪️Servidores(as) de BH costumam ter ponto facultativo por decreto

Segundo Isabella Monteiro, se não houver solução administrativa, é possível ingressar com ação para cobrar valores devidos, incluindo férias, 13º, FGTS e multas, referentes aos últimos cinco anos, respeitado o prazo de até dois anos após o fim do contrato.

Dúvidas? Entre em contato com um de nossos escritórios pelos links de WhatsApp ao lado.

Jornal Nacional: Gabriel Brum analisa o rombo nos depósitos do FGTS

Jornal nacional

Nos últimos dias, milhões de brasileiros(as) descobriram que o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estava sendo feito pelos contratantes. Um rombo que já chega a R$ 10 bilhões em todo país.

Conforme determina a Lei nº 8.036, todo mês, os empregadores devem depositar o FGTS, equivalente a 8% do salário bruto. O fundo serve como proteção em casos de demissão sem justa causa, doenças graves, catástrofes, aposentadoria, ou para quem deseja comprar ou construir a casa própria.

O advogado Gabriel Brum, sócio do MP&C Advocacia, comentou sobre o caso em entrevista ao Jornal Nacional.

“Estamos diante de uma falta gravíssima da empresa, que gera a rescisão indireta do contrato de trabalho. Fica insuportável manter essa relação, e a pessoa sai com todos os direitos da demissão sem justa causa”, explica.

O estado de Minas Gerais se tornou um dos lugares com número de trabalhadores(as) mais prejudicados(as). O escritório acompanha de perto cada caso e se mantém atento a todas as irregularidades. Estamos sempre vigilantes e prontos para agir, garantindo que os direitos trabalhistas sejam respeitados e que as empresas cumpram suas obrigações legais.

Se você percebeu irregularidades no seu FGTS, acompanhe os depósitos e busque orientação de um(a) advogado(a) trabalhista. Esse dinheiro é um direito seu por direito. Dúvidas? Entre em contato pelos links de Whatsapp ao lado.

Confira a participação completa de Gabriel Brum no site do Jornal Nacional.

Rádio América: Humberto Marcial comenta a mobilização popular pelo fim da jornada 6 x 1

“Quando o povo perde o medo, eles perdem o poder.”

Essa foi uma das falas que marcaram a participação do Dr. Humberto Marcial no programa Tribuna Livre (02/05), transmitido pela Rádio América e pela TV Horizonte.

Durante a entrevista, o advogado, sócio do MP&C Advocacia, discutiu a mobilização popular em torno do fim da jornada 6×1 e os impactos da pauta no cotidiano dos(as) trabalhadores(as).

“Por que temos 30 mil vagas de caixa de supermercado abertas em São Paulo e ninguém quer? Porque o povo não quer mais se submeter a esse tipo de jornada. Eles estão cansados.”

Ele também fez críticas contundentes à organização do trabalho no Brasil, destacando a exploração da classe.

“Os trabalhadores estão sendo explorados. Essa discussão não é nova. A encíclica Rerum Novarum, de 1891, já alertava sobre a responsabilidade dos patrões em garantir salário justo e dignidade no trabalho.”

Assista à entrevista completa no canal da Rádio América.

Rádio América: Humberto Marcial reforça a importância do Abril Verde para a segurança do trabalho

Você sabe como o Abril Verde se conecta diretamente à segurança no trabalho? O advogado Humberto Marcial, sócio do MP&C Advocacia, falou sobre o tema durante sua participação no programa Tribunal Livre, da Rádio América, de Belo Horizonte.

Em sua entrevista, Humberto destacou que a temática do mês reforça a necessidade de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, em preparação para o Dia do Trabalhador, em 1º de maio. Ele também chamou atenção para dados alarmantes: em 2023, acidentes de trabalho geraram cerca de R$11 bilhões em despesas para o INSS e causaram 2.888 mortes, com aumento superior a 14% no número de casos fatais, especialmente nos setores de transporte e construção civil.

Confira a entrevista completa:

CBN: Thayla Oliveira cita os motivos para o atraso nas perícias do INSS

A redução das filas nas perícias médicas é um desafio constante do INSS. Nesse sentido, o Governo Federal retomou o pagamento de bônus aos servidores da autarquia por processo concluído. São R$ 68 para cada pedido finalizado e R$ 75 por perícia feita. A bonificação foi estipulada por Medida Provisória e deve ter o prazo de um ano.

O atraso se deve apenas à capacidade de processamento da força de trabalho do INSS? A advogada Thayla Oliveira, do Ecossistema Declatra, acredita que existem outros fatores ligados a esse tema. Ela elencou esses motivos em entrevista ao portal G1.

“Acho que com a digitalização é muito mais fácil você dar entrada em alguns pedidos do INSS hoje em dia. E também a questão da burocracia, porque são pedidos muito burocráticos, e o INSS muitas vezes acaba dificultando também o acesso a esses benefícios. Tem a questão também da falta do pessoal, até mesmo a greve dos peritos, que volta e meia acontece também, é um fator que também ajuda nessa análise desses pedidos”, citou Thayla.

Confira a matéria completa que conta com a contribuição da advogada no portal da CBN.

Itatiaia: Juliana Loyola ressalta a importância do combate ao etarismo

Itatiaia

O etarismo é um dos problemas que merece mais atenção no atual cenário do mercado de trabalho. A advogada Juliana Loyola, especialista em direito do trabalho do MP&C Advocacia, abordou o tema em entrevista à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte. entre outros temas, Juliana ressaltou que “o preconceito por idade está tão enraizado que muitas pessoas nem percebem que estão sendo discriminadas”.

Ela trouxe pontos importantes sobre os desafios enfrentados por pessoas mais velhas e também sobre a melhor maneira de buscar seus direitos quando há exclusão por idade no ambiente profissional.

Confira a entrevista completa:

SBT Notícias: Thayla Oliveira explica as funcionalidades do portal Meu INSS

Quanto tempo falta para a sua aposentadoria? Essa é uma dúvida constante dos trabalhadores. As mudanças trazidas pela Reforma da Previdência, em 2019, tornara um pouco mais complexo o entendimento sobre os prazos para cada caso. O lado bom é que as informações sobre o tema podem ser buscadas no site Meu INSS.

Em entrevista ao SBT Notícias, a advogada previdenciarista Thayla Oliveira, do Ecossistema Declatra, explicou as principais funcionalidades do portal – e orientou como o segurado pode consultar a sua situação.

Veja a íntegra da matéria: