Plural: Em artigo, Nasser Allan explica a quitação dos direitos trabalhistas no PDV da Copel

O prazo para adesão ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) da Companhia Paranaense de Energia (Copel), iniciado em 24 de agosto, vai até o dia 15 de setembro. As regras gerais determinadas pela empresa (veja aqui) englobam, acima de tudo, o modelo de remuneração que será adaptado a cada funcionário (a). 

Mas há um tema fundamental que pode gerar dúvidas: trata-se da quitação total dos direitos trabalhistas. Ou seja, a possibilidade de ingresso de uma ação trabalhista por parte daqueles que aceitarem o PDV.

O advogado Nasser Allan, sócio do escritório Gasam Advocacia, de Curitiba, aborda essa questão em um artigo para o portal Plural (aqui). Em seu texto, Nasser explica que, de acordo com a atual legislação trabalhista, todo PDV elaborado a partir de um Acordo Coletivo terá força de quitar plenamente o contrato. 

Isto é, quando o sindicato da categoria participar da estruturação do PDV, os trabalhadores e as trabalhadoras que aderirem ao plano abrem mão de reclamar qualquer direito pela via judicial. Esse é o caso do PDV da Copel, que consta no Acordo Coletivo de Trabalho vigente.

Ainda assim, Nasser ressalta que existe uma alternativa para quem não quer abrir mão de uma futura ação trabalhista. A regra estipula que, junto com o termo de adesão ao PDV, o (a) funcionário (a) deve enviar um documento que consente com a quitação total dos direitos. 

“Na ausência deste, a empresa cancelará a adesão e converterá a modalidade em demissão sem justa causa, gerando direito ao pagamento de verbas rescisórias, o que inclui a multa de 40% sobre o montante depositado para o FGTS, além de uma indenização de 6 remunerações (RB), mas, sem os benefícios adicionais”, explica Nasser.

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RIC: Lenara Moreira fala sobre acidentes de trabalho e outras dúvidas

Os acidentes de trabalho estão entre as principais causas de afastamento nas empresas. Em 2022, por exemplo, o país teve quase 613 mil ocorrências notificadas ao Ministério Público do Trabalho (MPT). E o problema afeta tanto o setor privado quanto a esfera pública.

A advogada Lenara Moreira, do Gasam Advocacia, abordou o tema no telejornal RN Dia, da RIC Notícias. Ela foi a convidada do quadro “Doutor, me atende” e explicou como proceder no caso de sequela deixada por um acidente de trabalho. 

“É importante que o trabalhador procure um médico para entender quais são as restrições deixadas pelo acidente. A partir daí, ele poderá procurar um advogado para buscar seus direitos em razão dessas lesões sofridas”, orientou Lenara.

Além disso, advogada respondeu diversas outras dúvidas sobre direitos trabalhistas, enviadas pelos telespectadores.

Confira a íntegra da entrevista:

Inteligência Financeira: Fernando De Bona orienta como agir em casos de contratempos durante viagens

inteligência financeira

Atrasos e cancelamentos de voos, overbooking, reservas não efetuadas: não são poucos os possíveis contratempos enfrentados durante uma viagem. Percalços assim, além de desagradáveis, podem estragar planos e gerar prejuízos aos consumidores. Como os clientes que enfrentam essas situações devem agir?

O advogado Fernando De Bona, do escritório Gasam Advocacia, esclareceu algumas dessas questões em uma matéria publicada pelo portal Inteligência Financeira. Um dos exemplos abordados por De Bona foi o caso de problemas que ocorrem com pacotes de viagens comprados em agências de turismo.

“Casos que envolvam uma falha neste serviço, por exemplo, a ausência de confirmação da hospedagem, serão de responsabilidade da própria prestadora. Muitas vezes ela pode também ser acionada para contornar o problema. Isso, aliás, é o diferencial de se contratar a agência: o serviço que ela presta. Por isso, deve ser escolhida não apenas pelo preço que vier a oferecer.”

Confira a íntegra da matéria: https://encurtador.com.br/ixJNR

De Bona, aliás, abordou o mesmo tema em colaboração ao portal Bem Paraná: https://encurtador.com.br/bBLPY

Paraná Turismo: André Lopes fala sobre a extensão da licença-paternidade

O prazo para a licença-paternidade é um debate constante em relação aos direitos trabalhistas. Atualmente, a legislação brasileira estabelece apenas cinco dias de ausência justificada aos empregados que se tornam pais. Mas o período pode ser insuficiente, em razão das necessidades inerentes da família nos primeiros dias de vida do bebê.

O advogado André Lopes, do escritório Gasam Advocacia, concedeu uma entrevista sobre o tema ao telejornal Paraná em Pauta, da TV Paraná Turismo. André abordou os projetos de lei que pleiteiam o aumento de 30 dias no intervalo concedido aos pais. 

Ele também explicou o funcionamento do Empresa Cidadã, uma lei de 2008 que amplia em 20 dias o tempo da licença paternidade para funcionários de empresas que aderem a esse programa do Governo Federal.

Confira a íntegra da matéria:

UOL: Janaína Braga projeta votação do recurso à Revisão da Vida Toda no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta sexta-feira (11/8), o recurso do INSS sobre o pedido de suspensão da Revisão da Vida Toda. Os processos ligados a esse tema estão parados desde o dia 28 de julho, quando o ministro Alexandre de Moraes acatou o pedido da autarquia.

A intenção do INSS é não pagar os atrasados de ações anteriores a 13 de abril de 2023. Além disso, alguns desses valores devem se tornar precatórios, em razão do montante. O órgão também pede um divisor mínimo de 9 anos para o cálculo das revisões.

Em entrevista ao portal Uol, a advogada Janaína Braga, do Ecossistema Declatra, projeta uma votação apertada no plenário, mas confia na vitória da pauta. “Estamos confiantes que o Supremo vai garantir esse direito aos aposentados. Que ele vai manter a sua decisão, dada duas vezes em plenário (virtual e presencial). Acreditamos que agora sim finaliza, porque o processo tá maduro, não existe nada novo nesse processo”.

Confira a matéria completa que conta com a participação de Janaína Braga: https://encurtador.com.br/fIO05

RN DIA: Lenara Moreira tira diversas dúvidas sobre direitos trabalhistas

O ingresso judicial para reaver direitos que não foram respeitados pelas empresas geralmente ocorre depois do desligamento do (a) trabalhador (a). Mas é possível recuperar essas perdas mesmo quando o vínculo de emprego ainda está conservado? 

No trecho abaixo, a advogada Lenara Moreira, do Gasam Advocacia, explica essa situação em entrevista ao telejornal RN Dia, da Rede Record. Lenara participou de um quadro especial para tirar dúvidas sobre direito trabalhista enviadas pelos espectadores. 

Ela abordou diferentes pautas ao longo da edição, incluindo acordos de desligamento, estabilidade para gestantes e pagamento de rescisão.

Confira a íntegra da entrevista:

RPC: Ricardo Mendonça esclarecer as regras sobre horas extras e banco de horas

As jornadas estendidas são um tema constante na vida de muitos trabalhadores e trabalhadoras. O excesso de demandas e o home office, que mistura os ambientes profissional e pessoal, tornaram isso ainda mais pertinente. Daí a importância de a classe trabalhadora entender as regras sobre horas extras e banco de horas.

O advogado Ricardo Nunes Mendonça, sócio do Gasam Advocacia, concedeu uma entrevista sobre essa pauta ao telejornal Bom Dia Paraná, da Rede RPC. Ricardo explicou os direitos garantidos pela legislação trabalhista em relação à hora extra e também citou as regras e limites específicos relacionados ao banco de horas.

Confira a íntegra da entrevista:

AERP: Rubens Bordinhão explica o direito ao intervalo nas jornadas de trabalho

AERP

Os intervalos de descanso na jornada de trabalho estão entre os temas que comumente são sonegados por parte das empresas. Daí a importância de a classe trabalhadora saber o que consta na CLT e nos acordos coletivos de suas categorias sobre essa pauta.

O advogado Rubens Bordinhão de Camargo Neto, do Gasam Advocacia, abordou essa pauta em entrevista à AERP (Associação de Emissores de Radiodifusão do Paraná). Rubens fez um apanhado das regulamentações presentes na CLT, como os intervalos intrajornadas, semanais e de férias.

Além disso, o advogado ressaltou que o não cumprimento dessas normativas pode acarretar em penalidades para as empresas, incluindo o dano moral.

“Se a empresa não estiver cumprindo com as regras, o empregado pode reivindicar seu direito na justiça do trabalho. É recomendável que procure o sindicato da sua categoria e um advogado trabalhista”, aconselhou.

Confira a íntegra da entrevista:

Band News: Ricardo Mendonça fala sobre ponto facultativo durante a Copa do Mundo Feminina

A Copa do Mundo de Futebol Feminino deve atrair a atenção do público nos meses de julho e agosto. Em razão da valorização da modalidade, a competição tem ganhado um status que se assemelha ao do futebol masculino. Muitas cidades do Paraná, inclusive, irão estabelecer ponto facultativo nos dias de jogos da Seleção Brasileira.

Em entrevista à rádio Band News, o advogado Ricardo Nunes Mendonça, sócio do escritório Gasam Advocacia, explicou qual a regra para o expediente de trabalho nestes dias. 

Ricardo ressalta que eventos privados não obrigam os empregadores a adaptarem seus horários de trabalho. Mas é algo que pode ser negociado com os funcionários. “Desde que o acordo não preveja prazo maior do que seis meses para compensação das horas”.

Confira a íntegra da matéria que conta com a participação do advogado: https://shre.ink/9oEJ

CNT BA: Carina Pescarolo pontua as diferenças entre férias coletivas e individuais

O mês de julho marca a chegada do recesso escolar. Com isso, muitos (as) trabalhadores (as) reservam essa época para tirar parte das suas férias. Mas, afinal, como funciona o fracionamento desse período de descanso? O que a legislação determina em relação às férias coletivas?

A advogada Carina Pescarolo explicou as diretrizes gerais sobre as férias trabalhistas no quadro “Seu Direito”, do telejornal CNT Notícias, veiculado na CNT Bahia. 

Confira a participação de Carina: