Gazeta do Povo: Nasser Allan aborda a segurança da classe trabalhadora com a liberação das máscaras

Nas últimas semanas, diversas cidades liberaram o uso de máscaras em ambientes fechados, em razão da desaceleração da pandemia. A medida, entretanto, gera dúvidas sobre segurança dos trabalhadores e trabalhadoras. Isso afeta, especialmente, aqueles que lidam com o público, como é o caso dos empregados e empregadas de restaurantes.

O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, buscou a opinião de especialistas em direito do trabalho para analisar o assunto. Um deles foi o advogado Nasser Ahmad Allan, sócio do @gasamadvocacia. Nasser destaca a responsabilidade dos empregadores nessa situação. Em detrimento de qualquer decisão governamental, cabe à empresa zelar por um ambiente saudável aos seus empregados e empregadas, tomando todas as medidas necessárias para isso.

Confira a íntegra da matéria que conta com a participação de Nasser: https://bit.ly/3NBTEns

Plural: Rubens Bordinhão destaca a continuidade da obrigação da cedência de máscaras pelas empresas

A flexibilização do uso de máscaras em ambientes fechados, adotada por diversos estados nos últimos dias, gera dúvidas na classe trabalhadora. O principal deles se refere à obrigatoriedade de as empresas continuarem cedendo equipamentos de proteção referentes ao contágio – como máscaras e álcool em gel.

O advogado Rubens Bordinhão de Camargo Neto, do @gasamadvocacia, escreveu um artigo sobre o tema para o portal Plural, de Curitiba (PR). Bordinhão destaca que, em detrimento da liberação, as empresas seguem obrigadas a zelar pela saúde dos empregados em relação à pandemia e a ceder esses equipamentos, com base na Lei Federal 13.979/2020 e na Portaria Conjunta do Ministério da Economia e da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho n.º 20.

Confira a íntegra do artigo

Rádio Mais: Luciano Rodrigues explica a regra para herdeiros sacarem FGTS e PIS/Pasep

O acesso ao FGTS e ao PIS/Pasep é um tema que gera dúvidas em muitos trabalhadores e trabalhadoras. Um ponto importante refere-se à possibilidade de herdeiros acessarem esses valores, em caso de morte do titular. O advogado Luciano Ehlke Rodrigues, do @gasamadvocacia, concedeu uma entrevista à Rádio Mais, de São José dos Pinhais (PR), para explicar as regras relativas a esse tema.

Luciano destaca quais são os dependentes aptos a requerer essas verbas, além de explicar como fica o cenário no caso de menores de 18 anos e de herdeiros não declarados. Além disso, ele orienta como funciona o trâmite para a requisição.

Confira a íntegra da entrevista do advogado.

Rádio Mais: Nasser Allan destaca desafios e vantagens da formalização de microempreendedores

O mais recente levantamento do IBGE, realizado no final de 2021, aponta que o Brasil tem quase 39 milhões de trabalhadores e trabalhadoras atuando na informalidade. Isso significa que essas pessoas não possuem vínculo de emprego com uma empresa, não emitem nota fiscal nem possuem cobertura do INSS.

A formalização por meio de registros como o de microempreendedor individual (MEI) é um dos caminhos para garantir a proteção social dessa massa de trabalho. O advogado Nasser Allan, do @gasamadvocacia, abordou o tema em entrevista à Rádio Mais, de São José dos Pinhais (PR).

Na conversa, Nasser traz os desafios desse processo e ressalta as vantagens da formalização, como a garantia dos mecanismos de seguridade social.

Confira a íntegra do bate-papo.

Record MG: Rafael de Assis comenta pesquisa que indica más condições de trabalho dos motoristas de aplicativo

As plataformas de transporte brasileiras não oferecem condições mínimas de trabalho aos motoristas. Essa foi a constatação de uma pesquisa internacional realizada por uma parceria entre a Oxford Internet Institute, do Reino Unido, e a WZB Berlin Social Science Centre, da Alemanha.

O levantamento, divulgado em março, incluiu 27 países. A avaliação utilizou cinco critérios: remuneração, condições de trabalho, contratos, gestão e representação. As notas de cada aplicativo iam de 0 a 10. iFood e 99 ficaram com nota 2. Uber, 1. Já Rappi, Get Ninjas e Uber Eats tiraram zero.

Em entrevista ao Balanço Geral MG, da Rede Record, o advogado Rafael de Assis abordou o tema. Rafael ressaltou que, embora sejam tratados como autônomos, os motoristas possuem um vínculo de trabalho que é burlado por esses aplicativos. O advogado do @mpecadvocacia também reforçou a importância de uma união da categoria no sentido de pleitear melhores condições de trabalho.

📍Confira a íntegra da entrevista de Rafael de Assis.

BAND RS: Noa Piatã critica a arbitrariedade de Nunes Marques no julgamento da Revisão da Vida Toda

A reviravolta ocorrida no julgamento da Revisão da Vida Toda no Supremo Tribunal Federal (STF) ainda reverbera em todo o país. Um dos pontos que mais chama a atenção é a arbitrariedade do pedido de destaque feito pelo ministro Nunes Marques. Esse movimento remeteu a análise do caso para o plenário físico do STF, após a decisão já ter sido tomada pelo colegiado no plenário virtual.

Em entrevista ao Programa Primeira Hora, da rádio Band RS, de Porto Alegre, o advogado Noa Piatã, do escritório @gasanadvocacia, abordou os impactos nocivos trazidos pela insegurança jurídica que deriva do episódio. Noa é coautor e responsável pela defesa da tese da Revisão da Vida Toda. O tema prevê a possibilidade de inclusão das contribuições feitas antes de julho de 1994 no cálculo do benefício do INSS.

📍 Confira a íntegra da entrevista de Noa Piatã

CNT JORNAL: Maria Vitória Costaldello explica a lei sobre o retorno de gestantes ao trabalho presencial

O momento de transição das restrições em relação à pandemia tem impactos no setor do trabalho. Um exemplo disso é a resolução do Governo Federal referente ao retorno das gestantes ao trabalho presencial.

A Lei 14.311/22, sancionada em março pelo presidente Jair Bolsonaro, prevê diferentes cenários para que as trabalhadoras grávidas retornem à atividade in loco. Em entrevista ao CNT Jornal, da Rede CNT, a advogada Maria Vitória Costaldello explicou os detalhes da nova normativa.

Abaixo, você confere a íntegra da participação de Maria Vitória:

Rádio Mais: André Lopes fala sobre os trâmites do projeto que prevê o 14º salário do INSS

A pandemia trouxe diversos impactos ligados aos benefícios de previdenciários e previdenciárias. O aumento provisório da margem do crédito consignado e a antecipação do 13º salário foram alguns deles. Outra pauta que ganhou força nos últimos dois anos foi a criação de um 14º salário para segurados e seguradas do INSS.

O Projeto de Lei 4367/2020, lançado em agosto de 2020, ainda está em trâmite nas comissões internas da Câmara dos Deputados. Mas qual a perspectiva sobre a evolução do tema? O advogado André Lopes, do @gasamadvocacia, concedeu uma entrevista à Rádio Mais, de São José dos Pinhais (PR), para explicar o atual cenário relacionado a esse debate.

Confira a íntegra da participação de André.

Revisão da Vida Toda: sites abordam a questão de ordem defendida por Noa Piatã

A Revisão da Vida Toda (Tema 1102) é, sem dúvida, uma das pautas mais prementes do direito previdenciário em 2022. E a acirrada disputa jurídica sobre o tema tem suscitado reviravoltas no STF, especialmente após o pedido de destaque feito pelo ministro Nunes Marques em 8/3. 

A postura de Marques é uma clara manobra para mudar o resultado favorável aos aposentados e pensionistas, alcançado no plenário virtual em 4/3. Com a migração da pauta para o plenário físico, a composição do colegiado deixaria de contar com o ministro Marco Aurélio Mello, que se aposentou, e passaria a ter o juiz André Mendonça em seu lugar. 

Mello foi favorável à revisão. Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro, deve ser contrário ao tema. Como a primeira votação terminou 6 x 5 em favor da pauta, o placar seria invertido no novo julgamento.

Nesta semana, os sites Congresso em foco, Jota, Migalhas e Conjur abordaram o pedido de questão de ordem feito por um aposentado com o intuito de anular o destaque de Nunes Marques. O recurso foi defendido pelo advogado Noa Piatã Bassfeld Gnata, do @ecossistemadeclatra, e pela advogada Gisele Lemos Kravchychy. 

Ambos também são os autores do processo de Revisão da Vida, que requer a possibilidade de aposentados e pensionistas incluírem contribuições feitas antes de julho de 1994 no cálculo de sua média salarial.

Há, ainda, outros dois pedidos de contestação ao destaque de Nunes Marques, feitos pela Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado de Goiás (Faapego) e pelo Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev). 

Todos serão analisados previamente pelos ministros e, caso acatados, podem encerrar o debate. Ainda não há data para o julgamento.

📍Confira as matérias que abordam a pauta:

– Congresso em foco: https://bit.ly/3JcZngW
– Conjur: https://bit.ly/3Ia0axW
– Jota: https://bit.ly/3N7jOhV
–  Migalhas: https://bit.ly/3tdAUCI

Carta Capital: Cristiane Pereira, Rafael de Assis e Victor Fraga abordam o atual cenário dos sindicatos

A necessidade de reconstrução e de uma nova proposta de atuação no que tange ao cenário do trabalho vigente no país são temas fundamentais do debate sobre o papel dos sindicatos. Essas pautas foram abordadas pela advogada Cristiane Pereira e pelos advogados Rafael Gontijo de Assis e Victor Sousa Barros Marcial e Fraga em artigo publicado no portal Carta Capital, na última sexta-feira (11/3).

No texto, os membros do @mpecadvocacia destacam o avanço neoliberal, os entraves oferecidos pela Reforma Trabalhista e a própria postura reticente da Justiça do Trabalho como desafios à atuação do movimento sindical. Além disso, ressaltam a necessidade de uma remobilização das entidades no sentido de reafirmar-se como parte ativa do polo protetivo à classe trabalhadora.

“Por vezes, ainda, a resposta da Justiça do Trabalho vem do silêncio, de sua perniciosa omissão ante os ataques sofridos pelos trabalhadores e sindicatos. A Reforma Trabalhista, contínuo processo de precarização das condições de trabalho, foi vendida enquanto necessária para a criação de novos postos de emprego. Não há dúvida de que foi, contudo, o maior golpe sofrido pelo movimento sindical desde sua inclusão no Estado de direito e pelos trabalhadores desde a substituição da estabilidade pelo FGTS”.

Confira a íntegra do artigo.